María Corina celebra captura de Maduro e prega ‘transição democrática’ na Venezuela

A líder da oposição venezuelana e vencedora do Nobel da Paz María Corina Machado afirmou, após os ataques dos Estados Unidos à Venezuela neste sábado (3), que o presidente do país caribenho, Nicolás Maduro, enfrentará a Justiça internacional pelos “crimes atrozes cometidos contra venezuelanos e cidadãos de vários outros países”.

A ativista também pontuou que o chavista negou esforços de uma “saída negociada” e que os norte-americanos “cumpriram sua promessa de fazer valer a lei”. “Vamos retomar a ordem, libertar os presos políticos, construir um país excepcional e trazer nossos filhos de volta para casa”, destacou Corina.

Ela disse que a oposição está preparada para “fazer valer nosso mandato” e tomar o poder. “Permaneceremos vigilantes, ativos e organizados até que se termine a transição democrática. Uma transição que é necessária a todos”, acrescentou.

Ação na Venezuela

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou, em sua rede social, Truth Social, que capturou o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e sua esposa, a deputada da Assembleia Nacional da Venezuela, Cilia Flores. A declaração, feita na manhã deste sábado (3), acontece após uma série de explosões ocorrerem no país caribenho durante a madrugada.

Após Maduro ter sido capturado e levado para fora do país por via aérea, junto com sua esposa, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou que Maduro foi preso para ser julgado em território americano.

“Ele me informou que Nicolás Maduro foi preso por agentes dos EUA para ser julgado por acusações criminais nos Estados Unidos, e que a ação que vimos esta noite foi empregada para proteger e defender aqueles que executavam o mandado de prisão”, publicou o senador de Utah, Mike Lee, em suas redes sociais.

Conforme a CBS News, o presidente venezuelano Nicolás Maduro foi capturado pela Força Delta do Exército dos EUA. A Delta Force é a principal unidade antiterrorista das forças armadas dos EUA.

Rubio ainda acrescentou que não prevê nenhum novo ataque contra a Venezuela após a captura de Nicolás Maduro.

O espaço aéreo da Venezuela está deserto após as explosões registradas. Informações do portal Flight Radar mostram os arredores da Venezuela sem quaisquer aeronaves. De acordo com informações de agências internacionais, as explosões começaram por volta das 3h, no horário de Brasília. O governo da Venezuela afirma que ataques atingiram Caracas, a capital do país, além dos estados de Miranda, Aragua e La Guaira.


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