Julgamento de Bolsonaro no STF entra em semana decisiva; veja agenda de sessões
O
julgamento do “núcleo 1” da suposta trama golpista
ex-presidente Jair Bolsonaro (PL)
O grupo responde pelos crimes de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado pela violência e grave ameaça e deterioração de patrimônio tombado. Somadas, as penas podem chegar a 30 anos de prisão.
Duas sessões
A agenda do STF prevê que o julgamento retorne às 9h desta terça-feira (9). Após pedido do ministro Alexandre de Moraes, a Primeira Turma da Corte determinou a
realização de uma sessão extra
Nesse último fim de semana, o
Brasil se dividiu em protestos de direita e esquerda
Confira a agenda de sessões
- Dia 9, terça-feira – às 9h e às 14h;
- Dia 10, quarta-feira – às 9h;
- Dia 11, quinta-feira – às 9h e às 14h;
- Dia 12, sexta-feira – às 9h e às 14h.
O que já aconteceu?
Nos dois primeiros dias de julgamento, foram ouvidas as sustentações das defesas dos réus.
Paulo Gonet
O que acontecerá nesta semana?
A semana final do julgamento de Jair Bolsonaro e dos outros sete réus iniciará a votação dos
ministros da Primeira Turma do STF
O primeiro a votar será Alexandre de Moraes, relator da ação penal. Depois, os demais ministros proferirão seus votos.
A condenação ou absolvição ocorrerá com o voto da maioria de três dos cinco ministros da turma.
Confira a ordem de votação
- Alexandre de Moraes;
- Flávio Dino;
- Luiz Fux;
- Cármen Lúcia;
- Cristiano Zanin
Quem está sendo julgado?
- Jair Bolsonaro – ex-presidente da República;
- Alexandre Ramagem – ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin);
- Almir Garnier- ex-comandante da Marinha;
- Anderson Torres – ex-ministro da Justiça e ex-secretário de segurança do Distrito Federal;
- Augusto Heleno – ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI);
- Paulo Sérgio Nogueira – ex-ministro da Defesa;
- Walter Braga Netto – ex-ministro de Bolsonaro e candidato à vice na chapa de 2022;
- Mauro Cid – ex-ajudante de ordens de Bolsonaro.
Com informações de Agência Brasil


