Macron lamenta morte de Brigitte Bardot: ‘existência francesa de brilho universal’
O presidente da França,
Emmanuel Macron
Brigitte Bardot, que morreu neste domingo
cultura pop
cinema francês
Ses films, sa voix, sa gloire éblouissante, ses initiales, ses chagrins, sa passion généreuse pour les animaux, son visage devenu Marianne, Brigitte Bardot incarnait une vie de liberté. Existence française, éclat universel. Elle nous touchait. Nous pleurons une légende du siècle.
— Emmanuel Macron (@EmmanuelMacron) December 28, 2025
A atriz morreu em sua casa, em Saint-Tropez, no sul da França. A informação foi confirmada pela Fundação Brigitte Bardot, presidida por ela, mas a causa da morte não foi divulgada.
A artista foi hospitalizada em outubro
Nascida em 28 de setembro de 1934, em Paris, Bardot tornou-se mundialmente famosa nas décadas de 1950 e 1960. No cinema, estrelou filmes como E Deus Criou a Mulher (1956), que a consagrou como um símbolo de sensualidade, e também O Desprezo (1963).
Longe das telonas, Bardot também investiu na carreira musical, lançando discos como Bubble Gum e Bonnie and Clyde, em parceria com Serge Gainsbourg.
Ela ainda foi musa de
Caetano Veloso
Bardot parou de atuar na década de 1970, mudou-se permanentemente para Saint-Tropez, na Riviera francesa, e dedicou-se à causa do bem-estar animal por meio da fundação que leva seu nome.


