Privatização da Copasa: ALMG acelera análise nesta 2ª para levar projeto ao plenário
A semana já começa agitada na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), com a expectativa de aceleração na tramitação do Projeto de Lei 4.380/2025, que autoriza a
privatização da Copasa
O projeto de lei sobre a desestatização da Companhia de Saneamento precisa passar por três comissões antes da votação. A primeira delas foi a
Comissão de Constituição e Justiça
distribuiu o relatório em avulso
realizou uma audiência pública que contou com a presença do presidente da Copasa, Fernando Passalio, na última terça-feira
A expectativa é que, já nesta segunda, as discussões terminem com a votação do parecer do relator da APU, deputado Rodrigo Lopes (União) nas duas reuniões do colegiado agendadas para às 14h e 15h. Isso porque logo depois, às 16h, está marcada a reunião da próxima comissão temática a analisar o projeto de lei, a de Fiscalização Financeira e Orçamentária (FFO) – última a verificar o texto antes da votação em plenário.
O
governo Zema defende que a privatização da Copasa é um passo essencial
Além disso, o
executivo também precisa cumprir contrapartidas para reduzir os juros do pagamento do valor restante
Venda sem referendo
Antes da apresentação do projeto de lei que trata especificamente da privatização da empresa, a Assembleia Legislativa precisou analisar uma Proposta de Emenda à Constituição que retira da Constituição a necessidade da realização de um referendo para vender a empresa. O texto foi
aprovado em dois turnos
foi direto à promulgação
governador Romeu Zema
A chamada PEC do Referendo altera a Constituição de Minas Gerais no ponto em que a venda de Cemig, Copasa e Gasmig só podem ser vendidas mediante autorização do eleitor do estado. Este artigo está na legislação mineira desde 2001, quando foi proposto pelo então governador Itamar Franco e aprovado por unanimidade na Assembleia. Durante a tramitação do texto, foi acordado que apenas a Companhia de Saneamento seria colocada na alteração.


