Ministério da Saúde confirma 140 casos de Mpox no Brasil em 2026
O
Brasil registrou 140 casos confirmados de Mpox
De acordo com o balanço, janeiro concentrou 68 casos confirmados e prováveis, seguido por fevereiro, com 70, e março, com 11 ocorrências até o momento. O estado com maior número de registros é São Paulo, com 93 casos, seguido por Rio de Janeiro (18) e Rondônia (11).
A Mpox é uma
doença viral do mesmo grupo da varíola humana
Entre os principais sintomas estão lesões ou erupções na pele, febre, dor de cabeça, dores no corpo, calafrios, fraqueza e inchaço dos linfonodos (ínguas). A orientação é que pessoas com sinais compatíveis procurem uma unidade de saúde e evitem contato próximo com outras pessoas.
Sintomas, transmissão e tratamento
Os principais sinais e sintomas incluem lesões na pele, aumento de ínguas, febre, dor de cabeça e no corpo, calafrios e fraqueza. Ao apresentar sintomas, a orientação é procurar uma Unidade Básica de Saúde para avaliação clínica e informar eventual contato com caso suspeito ou confirmado.
A transmissão ocorre principalmente por contato direto com lesões de pele, fluidos corporais e objetos contaminados. Para prevenção, recomenda-se evitar contato com pessoas com suspeita ou confirmação da doença. Em situações de cuidado, devem ser utilizados equipamentos de proteção individual, como luvas e máscaras.
Pessoas com suspeita ou confirmação devem permanecer em isolamento até o fim do período de transmissão e não compartilhar objetos de uso pessoal, como toalhas, roupas, lençóis e talheres. Também é fundamental reforçar a higiene das mãos com água e sabão ou álcool em gel.
O tratamento é baseado em suporte clínico para alívio dos sintomas e prevenção de complicações. A maioria dos casos apresenta evolução leve ou moderada. Não há, até o momento, medicamento específico para a doença.
A estratégia de vacinação prioriza pessoas com maior risco de evolução para formas graves, como pessoas vivendo com HIV/aids com imunossupressão, especialmente aquelas com contagem de linfócitos T CD4 inferior a 200 células nos últimos seis meses. A vacina também é indicada para profissionais de laboratório que atuam com nível de biossegurança 2 e pessoas que tiveram contato direto com fluidos e secreções de casos suspeitos.
* Com informações de Agência Brasil


