Concessões e obras rodoviárias em expansão impulsionam desenvolvimento
A melhoria das estradas já tem provocado redução no número de mortes em acidentes. Segundo dados da EPR Triângulo, em 2025, houve queda de 26% no total de óbitos em vias concessionadas do Triângulo Mineiro.
Quando as rodovias contam com melhorias e dispositivos de segurança, os motoristas gastam menos tempo no trânsito. O avanço também contribui para a redução do custo logístico e para a atração de empresas para as cidades.
Em Belo Horizonte,
a segurança viária afeta não apenas o mercado, mas também a vida dos moradores
O projeto prevê 100 quilômetros de nova malha rodoviária
“Sempre acho que a implantação de nova rodovia pode gerar impacto positivo. Obviamente, se tudo isso é feito respeitando toda a parte do ambiente e todas as partes sociais. Isso é necessário para que o impacto seja positivo para todos”, relata.
O secretário de Estado de Infraestrutura, Pedro Bruno, ressalta que o Rodoanel é uma demanda antiga.
“O projeto do rodoanel é um plano antigo de desenvolvimento da mobilidade da região metropolitana. Desde o início dos anos 2000, já precisávamos de um rodoanel metropolitano, porque estamos falando do terceiro maior aglomerado urbano. Hoje, temos o tráfego pesado convivendo com o tecido urbano das grandes cidades da região metropolitana”, detalha.
Vias mineiras
Minas Gerais possui cerca de três mil quilômetros de vias concessionadas que já passaram por melhorias. O vice-presidente da Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg) e presidente do Conselho de Infraestrutura da entidade, Emir Cadar, afirma que o avanço impacta positivamente o mercado.
“Se você pegar os números do Investe Minas, o número de empresas que foram atraídas após leilões das concessões rodoviárias aumentou. Isso demonstra a grande atratividade das melhorias nas vias”, conta.
O presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) e do Sebrae Minas, Marcelo de Souza e Silva, afirma que a falta de boa infraestrutura rodoviária gera mais custos para o comércio e para os consumidores.
“Quando a infraestrutura do setor rodoviário está comprometida, há um encarecimento dos custos. E esse custo, ou parte dele, é repassado para o consumidor”, afirma.
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