Protestos no Irã diminuem após repressão e ‘milhares de mortes’, dizem organizações
A intensidade dos protestos contra a República Islâmica do
Irã
As manifestações acontecem desde dezembro do ano passado. O presidente dos Estados Unidos,
Donald Trump,
Mesmo assim, as forças de segurança estiveram nas ruas de Teerã, na noite dessa quinta-feira (15), data que iniciou um feriado prolongado de três dias no Irã.
Mais de três mil manifestantes foram
mortos
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O diretor da entidade, Mahmood Amiry-Moghaddam, afirmou que as autoridades lideradas pelo líder supremo, o aiatolá Ali Khamenei, “cometeram um dos crimes mais graves de nossa época.”
Amiry-Moghaddam ainda citou que presenciou “relatos horripilantes de testemunhas oculares” sobre “manifestantes mortos a tiros enquanto tentavam fugir, o uso de armas de guerra e a execução em plena rua de manifestantes feridos.”
Funcionários de segurança locais relataram que cerca de três mil pessoas foram detidas durante os protestos. Este número inclui “indivíduos armados e agitadores” e “membros de organizações terroristas”, segundo a agências de notícia Tasnmim. Grupos defensores dos direitos humanos contabilizam cerca de 20 mil prisões.
O Instituto para o Estudo da Guerra avaliou que a repressão pode ter “sufocado o movimento de protesto por enquanto”. Porém, “a mobilização generalizada das forças de segurança é insustentável, o que torna possível a retomada dos protestos”, acrescentou.
EUA e Irã reduzem o tom
Após semanas de tensão, um alto funcionário saudita declarou à AFP que Árabia Saudita, Catar e Omã alertaram
Trump
Os três
países do Golfo
A Casa Branca afirmou que o
Irã suspendeu 800 execuções de manifestantes
“O presidente entende que as 800 execuções que estavam programadas e que deveriam ocorrer ontem [quarta-feira] foram suspensas”, declarou a secretária de imprensa, Karoline Leavitt.


