Sanções podem causar prejuízo econômico, mas Rússia não se curvará aos EUA, diz Putin
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, disse que o país não cederá à pressão dos Estados Unidos, porém, as
novas sanções
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou na quarta-feira (22) novas sanções contra as duas maiores empresas de petróleo da Rússia, Rosneft e Lukoil. Ele havia adiado a imposição de restrições contra o país durante meses, mas a paciência acabou após o adiamento do encontro em Budapeste com Putin.
A União Europeia concordou separadamente com uma proibição gradual da importação de gás natural liquefeito russo e adicionou duas refinarias chinesas à lista de sanções.
Nessa quinta (23), Putin descreveu as sanções como um “ato hostil” e uma tentativa “inútil” de pressionar a Rússia. “Nenhum país que se preze faz algo sob pressão”, acrescentou.
O russo também alertou para uma resposta “forte, senão avassaladora” caso a Rússia seja atacada por mísseis Tomahalk dos EUA, que a Ucrânia vem tentando conseguir em Washington. Além disso, anteriormente ele disse que a
Rússia estava “imune” às sanções norte-americanas


