Brasileira sofre tentativa de estupro em trem de Paris, denuncia irmão
Uma brasileira identificada como Jhordana Dias, de 26 anos, sofreu uma tentativa de estupro enquanto voltava para casa em
Paris
França
Cícero relatou que a irmã estava no trem quando os passageiros desceram em uma estação, mas ela permaneceu. Na sequência, um homem que estava na plataforma passou a olhar fixamente para Jhordana.
Assim que o aviso sonoro de fechamento das portas foi acionado, o homem entrou dentro do vagão ocupado pela vítima. O irmão da jovem detalhou que, ao perceber que estava sozinha com o homem, Jhordana entrou em desespero.
“Um homem muito agressivo esperou o vagão ficar vazio e começou a agredi-la violentamente: bateu no rosto dela, tentou estrangulá-la, abaixou a calça e passou a mão nas parte íntimas tentando estuprá-la”, relatou Cícero Júnior, que ainda afirmou que a irmã também foi mordida, arranhada e estapeada pelo agressor.
De acordo com ele, a irmã dele “gritou por socorro e tentou se defender”. Cícero relatou ainda que a “salvação” da irmã foi uma mulher que ouviu Jhordana, entrou no trem e filmou a cena. Embora o agressor tenha tentado intimidar a mulher, foi ele quem fugiu da cena em direção a uma estação de trem próxima.
“Minha irmã ficou muito ferida e em choque, com mordidas nos lábios e cortes no rosto. A polícia foi acionada e um boletim de ocorrência foi feito, mas o homem ainda não foi encontrado”, afirmou Cícero Júnior.
De acordo com Cícero, a irmã está a pouco tempo na França e ainda não fala o idioma do país. Ele contou que uma perícia foi marcada apenas para o dia 29 de outubro. No entanto, diante do longo tempo de espera para o exame, Cícero levou a irmã por conta própria em um hospital particular.
Questionado pela Itatiaia, o Ministério das Relações Exteriores informou que por intermédio do Consulado-Geral do Brasil em Paris permanece à disposição da nacional brasileira para prestar a assistência consular cabível.
A reportagem entrou em contato com Cícero Júnior e Jhordana Dias, mas ainda não obteve retorno. O espaço segue aberto.
(Sob supervisão de Edu Oliveira)


