sobe o número de mortes e casos confirmados em São Paulo

Mais uma
morte foi confirmada
pela Secretaria de Saúde de São Paulo e subiu para três o número de óbitos em decorrência das complicações causadas pela intoxicação por bebidas alcoólicas adulteradas com metanol. O balanço foi atualizado na noite desta terça-feira (7).

A nova morte confirmada pelas autoridades em saúde é de Bruna Araújo, de 30 anos. A jovem morreu nessa segunda-feira (6) em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, após ter entrado no protocolo de morte cerebral na última sexta-feira (3).

Segundo a secretaria de saúde do município, a jovem deu entrada no sistema de saúde após consumir um drinque de vodca com suco de pêssego e que estava contaminado com metanol.

Além da morte de Bruna no ABC, dois homens, de 48 e 54 anos, morreram em virtude de intoxicações causadas por metanol, na capital paulista.

Mais mortes estão sob investigação

Há ainda sete óbitos em investigação: são quatro na cidade de São Paulo (de idades de 36, 45, 50 e 51 anos), dois em São Bernardo do Campo (49 e 58 anos) e um em Cajuru (26 anos). Todos os óbitos em investigação são de homens. Outros 158 casos, que não evoluíram para morte, também estão sob investigação no Estado.

Prisões e linhas de investigação

A Polícia prendeu 21 pessoas nos últimos sete dias por suspeita de envolvimento em esquemas de adulteração de bebidas alcoólicas. Um dos presos é um homem apontado como o principal fornecedor de insumos para falsificação de bebidas do estado.

Desde o início do ano, 42 pessoas foram presas suspeitas de ligação com o mercado clandestino de comercialização de bebidas, apontam dados do Governo de São Paulo.

Entre as hipóteses investigadas para as contaminações estão o uso de metanol para lavar embalagens e o uso para ampliar o volume das bebidas.


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