Digital de PM é encontrada em casa usada por criminosos que mataram ex-delegado da PC de SP

Um homem foi preso no litoral de São Paulo, suspeito de participar da morte do
ex-delegado-geral da Polícia Civil de São Paulo, Ruy Fontes
. Ele foi morto na última segunda-feira (15). Agentes do DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa) e da Corregedoria da Polícia Militar realizam buscas em uma casa no bairro Jardim Imperador, em Praia Grande, que teria sido usada pelos assassinos.

O imóvel, que é alugado para temporadas, seria do irmão de um policial militar da ativa. Foi nesta casa que Dahesly Oliveira Pires, de 25 anos, presa por envolvimento no crime, teria buscado o fuzil utilizado na execução. A informação foi confirmada pela CNN.

Os agentes também cumprem mandados de busca e apreensão em outros endereços ligados ao PM e ao irmão dele.

Suspeitos do crime

Os dois primeiros suspeitos identificados foram Flávio Henrique Ferreira de Souza e Felipe Avelino da Silva, conhecido como “Masquerano” no PCC, são investigados pela execução de Ruy Ferraz Fontes.

A Polícia também identificou Dahesly Oliveira Pires, de 25 anos, que possui passagem criminal por tráfico de drogas. Ela prestou depoimento no DHPP e logo depois teve o pedido de prisão decretado. Foi ela, segundo os agentes, quem transportou um fuzil usado no crime de Praia Grande, no litoral, para Diadema, na Grande São Paulo.

O último suspeito identificado até agora é Luiz Antônio Rodrigues de Miranda, que teve a prisão temporária decretada nesta quinta-feira (18). Seria ele quem mandou e organizou o transporte do fuzil com Dahesly. Ele também é suspeito de ter dirigido anteriormente o carro que foi utilizado no crime.


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