Estados Unidos anunciam novas sanções a autoridades iranianas
Os
Estados Unidos
Irã
Entre os sancionados estão o secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã, Ali Larijani, e outras autoridades regionais. Na última terça (13), Larijani afirmou que Trump é
um dos “principais assassinos do povo iraniano”.
O comunicado foi divulgado pelo Departamento do Tesouro dos Estados Unidos, por meio do Office of Foreign Assets Control (OFAC). As autoridades iranianas estão sendo acusadas de orquestrar uma repressão violenta contra protestos pacíficos e de operar um esquema de lavagem de bilhões de dólares ligados ao setor petrolífero.
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“Por ordem do presidente Trump, o Departamento do Tesouro está sancionando importantes líderes iranianos envolvidos na brutal repressão contra o povo iraniano. O Tesouro utilizará todos os meios disponíveis para atingir os responsáveis pela tirânica opressão dos direitos humanos promovida pelo regime”, escreveu o secretário do Tesouro, Scott Bessent, em uma rede social.
Com as sanções, todos os bens e ativos dessas pessoas e empresas listadas que estejam sob jurisdição norte-americana ficam bloqueados. Cidadãos ou instituições financeiras dos
EUA
Essa não é a primeira sanção imposta.
Trump
Irã.
Protestos no Irã
Manifestantes, opositores da República Islâmica do Irã, vão às ruas de várias cidades do país desde o dia 28 de dezembro de 2025. Inicialmente, os protestos foram motivados pelo aumento dos preços e colapso da moeda local.
As manifestações começaram a ganhar grandes proporções, registrando mais de dois mil mortos nas últimas
três semanas,
Os protestos representam um desafio para a República Islâmica, que está no poder desde 1979. Aos gritos de “morte ao ditador”, milhares de iranianos pedem nas ruas de Teerã e de outras cidades o fim do sistema teocrático xiita, comandado pelo
aiatolá Ali Khamenei.
Esse é o maior movimento de manifestação no Irã desde a morte de Mahsa Amini, presa por supostamente ter violado as normas de vestuário para mulheres, em 2022.
* Com informações da AFP


