Investimento de pessoas físicas em ações aumentou 2,3% em 2025, diz B3
A movimentação de pessoas físicas no
mercado de ações da Bolsa de Valores
Entre as ações mais negociadas estão as empresas de maior peso do Índice Bovespa (Ibovespa), principal indicador do mercado nacional. A Petrobras (PETR4) lidera o ranking, seguida pela Vale (VALE3), Banco do Brasil (BBAS3), Magalu (MGLU3) e Embraer (EMBR3).
Além de ações, o volume negociado por investidores pessoa física cresceu de uma maneira geral no mercado à vista. No período de um ano, o volume negociado atingiu R$ 747,7 bilhões, uma alta de 1,22%, de acordo com o levantamento.
Fazem parte do recorte os BDRs (Brazilian Depositary Receipt), que permitem investimentos em empresas estrangeiras não listadas no Brasil; os ETFs (Exchange Traded Funds), fundos de investimento negociados em bolsa atrelados a um índice; os fundos imobiliários, e outros.
Ranking das ações mais negociadas pelos investidores pessoa física em 2025:
- Petrobras (PETR4);
- Vale (VALE3);
- Banco do Brasil (BBAS3);
- Magalu (MGLU3);
- Embraer (EMBR3);
- Itaú (ITUB4);
- Prio (PRIO3);
- Bradesco (BBDC4);
- Brava Energia (BRAV3);
- Weg (WEGE3).
Número de pessoas 60+ cresce na B3
O número de pessoas com mais de 60 anos investindo na B3 cresceu com a entrada de 39.498 novos investidores, em um total de 535.504. O dado representa um crescimento de 7,98% nesta faixa etária na comparação com dezembro de 2024. Nos últimos cinco anos, o avanço foi de 91,2%, segundo a Bolsa.
Atualmente, são quase 5,5 milhões de investidores pessoa física em renda variável, com um estoque de R$ 635 bilhões nesses ativos. As pessoas com mais de 60 anos representam cerca de 10% do total, com estoque de R$ 292 bilhões, ou seja, 46% do total aportado em investimentos na B3.
Segundo o superintendente de negócios para pessoa física da B3, Christiane Bariquelli, o crescimento na faixa etária mostra como as pessoas estão mais ativa e informadas financeiramente. “Esse público busca diversificação, planejamento patrimonial e protagonismo na gestão do próprio futuro, reforçando que investir em renda variável não é uma questão de idade, mas de informação e estratégia”, disse.


